sábado, 21 de abril de 2012

Ilha do Combu - Eco Amazônia

Ilha do Combu, em Belém, abriga espécies desconhecidas da fauna e flora brasileira. Embarque nessa viagem e veja como os moradores aplicam os conceitos de sustentabilidade e convivem em harmonia com a natureza!




Localizada no meio da bacia amazônica, a Ilha do Combu é uma das cerca de 50 ilhas que compõe a Grande Belém. Apesar de ficar a apenas 10 minutos da capital do Pará, o local é uma área de proteção ambiental e abriga grande variedade de fauna e flora desconhecida, até mesmo por quem mora na ilha.

O Eco Record News Amazônia é uma parceria com a Record Belém.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O mito das serpentes

Post de mais um Eco Record News Amazônia, dessa vez falando sobre as variadas espécies de cobras brasileiras e os mitos por trás delas. Tem até gente adotando esses répteis como animais de estimação. Sem contar que esses animais têm sido foco de estudos para fins medicinais.



O Eco Record News Amazônia é uma parceria da Record News com a Record Belém (PA).

domingo, 1 de abril de 2012

Eco Amazônia - Ilhas paradisíacas

O Eco Record News Amazônia deste domingo, dia primeiro de abril, mostra as mudanças pelas quais as ilhas paradisíacas que cercam Belém, no Pará, estão passando e como atitudes sustentáveis da população local ajudam a mudar esse quadro de degradação.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Joga fora no lixo - mas joga no lixo certo, por favor!


Jogar o lixo fora é rotina diária. Mas tem certos tipos de lixo que não podem - nem devem - ser descartados de qualquer jeito.

Lâmpadas fluorescentes, móveis e eletrodomésticos avariados, pilhas e baterias, eletrônicos, remédios. Aprenda agora como descartar corretamente, preservar o ambiente e a qualidade de vida da sua cidade.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Eco Amazônia

Todo domingo, as 18h a Record News exibe o Eco Record News Amazonia, uma produção em parceria com a Record Belém que mostra as belezas e os desafios da região amazônica pelo viés da sustentabilidade.

Aqui o episódio do dia 18 de março.



Aqui o episódio do dia 25 de março.

Eco Record News Amazônia

Dia 11 de março estreou na Record News o Eco Record News Amazônia. Todo domingo, as 18h, meia hora de histórias sobre a nossa Amazônia, a vida no local, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável.

Aqui o primeiro programa.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A polêmica das sacolinhas e o desejo da não responsabilidade

É interessante notar como o tema da proibição das sacolinhas plásticas gratuitas em supermercados tomou conta das rodinhas de bate papo. No trabalho, em casa, na rua, dentro dos mercados. Claro, não é pra menos! Ela obriga o paulistano a mudar um hábito, e todos sabemos que hábitos são difíceis de mudar.

É minha gente, o fato é que não tem mais almoço de graça! Aliás, nunca teve. Parte desse preço, o das sacolas, estava embutido nos produtos, já que era investimento do supermercado. A outra parte do preço pago, bom, a outra parte é a questão ambiental.

Embora não seja obrigatória, a medida ganhou adesão de 95% das redes de supermercados de São Paulo. E mesmo com essa mini histeria da mudança, a pesquisa Datafolha apontou que 57% dos paulistanos apóiam a medida. Uma prova de que a maioria não acha que vai ser um bicho de sete cabeças, como muitos andam pintando por aí.

Então ficou assim: até o dia 3 de abril de 2012, os estabelecimentos vão ter que oferecer de graça sacolas biodegradáveis e caixas de papelão. Depois dessa data, todas as sacolinhas, incluse as biodegradáveis, serão banidas em todo estado de São Paulo. A orientação do acordo feito entre Ministério Público, Procon e a Associação Paulista de Supermercados (APAS) é disponibilizar somente sacolas reutilizáveis - de tecido ou plástico resistente - por R$ 0,59 cada. Quem aparecer no mercado sem nenhuma forma de carregar as compras vai ter essa opção (lembrando que as sacolas podem ser usadas muitas e muitas vezes mais).

Eu não vou entrar na discussão política da questão, nem tão pouco na econômica. Se tem político querendo se promover, se tem comerciante querendo tirar as sacolas e não baixar os preços, se a sacolinha biodegradável é de fato mais ecológica (já te garanto que há controvérsias). E nem vou entrar na discussão de que isso não é jeito de proteger o meio ambiente, sendo que há tantas outras medidas que não são feitas.

O que eu quero fazer aqui é ajudar você a se adaptar, porque a mudança está aí. Eu vejo muita gente lamentando, dizendo que "isso complica", que "é difícil", que "é um transtorno", que "onde já se viu carregar sacolas o dia todo", "e se eu tiver uma emergência e não lembrar de levar a sacola de casa?", "e se eu uso transporte público?" e por aí vai. Mas eu te garanto que há vida sem sacolinhas, pelo menos sem milhões de sacolinhas. A idéia não é banir totalmente o plástico, mas reduzir muito o uso dele. Eu mesma já uso as sacolas retornáveis há pelo menos 3 anos e digo por experiência própria: não é difícil e é muito mais prático do que carregar milhares de sacolinhas.

Mas antes das dicas e sugestões vamos parar para refletir um pouco, independente da decisão política-comercial-ambiental. Eu resolvi escrever este post para aproveitar o momento quente do debate e refletir sobre a RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL.

Eu, Fabiana, não acho que é obrigação do supermercado me dar, gratuitamente, embalagens para carregar os meus produtos. Isso é minha obrigação.

Eu não acho que sacolinha de supermercado foi feita para armazenar lixo e eu não acho um absurdo você comprar um saco de lixo (de preferência biodegradável) para armazenar o lixo que VOCE PRODUZIU. Tá cheio de gente falando "é, mas agora eu vou ter que comprar saco de lixo". Vai, vai comprar e vai encher ele até a boca antes de descartar, e não usar 15 saquinhos numa única semana para preencher até a metade, como a maioria das pessoas faz. De novo, não exite almoço grátis!

Eu não acho que banir as sacolinhas plásticas vai mudar o mundo, como diz a o slogan de muitos supermercados: “Vamos tirar o planeta do sufoco”. Não gente, não é SÓ uso uso dos saquinhos que sufocam o planeta. Mas eu acho sim que devemos reduzir drasticamente o uso das sacolinhas. Principalmente porque EXISTEM ALTERNATIVAS.

Acho sim que o governo e prefeituras devem se empenhar em campanhas de educação ambiental em massa, ensinar à população o que pode ser mais viável para o planeta. Se fôssemos educados não estaríamos nessa angústia dos saquinhos. Apesar da grande responsabilidade dos governos, em todos os setores, nós brasileiros temos mania de achar que tudo é culpa deles, tudo é culpa dos políticos. Não é, não gente. Até porque se for assim a culpa é nossa, porque eles foram eleitos democraticamente. Cobrem os políticos, cobrem mesmo. Mas façam a sua parte, comecem por voces, deem bons exemplos para seus filhos. Mahatma Gandhi é autor de uma das minhas frases preferidas: "Seja a mudança que você quer ver no mundo". Tudo começa em VOCÊ.

Sério, esse post não é uma bronca nem tão pouco auto ajuda. O fato é que estamos num momento de transição, e vamos ter que nos adaptar. Pensei numa comparação com o uso do cinto de segurança. Todo mundo reclamou na época, discursos ferozes, alegando que tudo aquilo era para multar o motorista e arrecadar fundos. Hoje todo mundo usa o cinto, automaticamente. É até estranho entrar no carro e não usar o equipamento de segurança. O número de mortes no trânsito diminuiu depois da adaptação.

Então chega de lenga lenga e vamos às alternativas. Neste vídeo do Nblogs um debate que apresenta soluções fáceis para a adaptação a essa nova realidade.



E aqui o trecho onde eu ensino a fazer o saquinho de jornal, ótimo para descatar lixo do banheiro, escritório ou até recolher as fezes do seu pet na hora do passeio. Lembrando que o jornal demora no maximo 6 semanas para se decompor na natureza, enquanto que o plástico precisa de mais de cem anos. Vamos nessa?



Decidi colocar as alternativas em forma de video para facilitar quem cansou de ler esse post (rs) e também porque no vídeo as especialitas nao só dao dicas, mas explicam os motivos da mudança de atitude.

Depois farei um post com as alternativas destrinchando cada uma delas, ok? Mas por enquanto é só. Informação, conscientização e responsabilidade, três pilares para um mundo melhor.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Folga gourmet

Para muita gente, folga é sinônimo de distância do combo pia/fogão. Provavelmente gente que tem o privilégio de cozinhar todos os dias. Como não é o meu caso, folga combina com pia/fogão. Ainda mais quando o desejo de comer alguma coisa fala mais alto...

Ontem prometi que ia mostrar aqui o tal cuscuz de palmito com banana que resolvi fazer - e que me levou à feira para buscar os ingredientes. Já havia preparado o caldo natural de legumes - não uso os de tabletinho, têm alta concentração de sódio! E também o molho de tomate caseiro. Isso porque o cuscuz leva molho de tomate. E para o molho, preciso do caldo... quer dizer combo pia/fogão dois dias durante a folga, rs.

Bom, algumas boas panelas sujas depois, voilá! Esse foi o resultado do almoço desta sexta-feira:


O cuscuz com palmito e banana ficou muito gostoso. Segui à risca a receita, mas da próxima fez vou por um pouco menos de farinha de milho, acho que vai ficar mais fofinho. Para acompanhar, arroz básico e salada de rúcula com tomatinho cereja, amêndoas em lascas e damasco.

A receita dá 5 cuscuz como esse da foto - ou 6 menores se usar outra forminha. Como cozinhei só para mim, sobraram quatro. Nada sustentável, não? O ideal seria ter feito metade da receita, como fiz com o arroz (apenas meia xícara). Hoje devo levar o cuscuz na casa dos meus pais, e aproveitar para o jantar. Mas a dica é fazer somente o que você vai consumir. Se for servir um almoço ou jantar para amigos, faça somente um para cada. Assim dá para garantir satisfaçao de todos sem jogar comida fora!

Amanhã, último dia do ano, fiquei com a tarefa de preparar a sobremesa da ceia de ano novo: torta de banana! Não gente, nem toda receita que faço vai banana, rs. Mas uma fruta tão versátil como essa deve ser aproveitada nao? Tanto em salgado quanto em doces.

A verdade é que para o ano que vem eu gostaria de cozinhar mais. Talvez nada tão elaborado como essa receita - que é fácil, mas suja um monte de panela, rs. Mas poder preparar os alimentos de forma mais saudável, na quantidade que vou consumir. Sem contar que cozinhar é uma terapia, e sempre me faz entrar em contato com a beleza do simples, uma forma de retomar uma rotina perdida no meio de tantos compromissos, trabalhos e projetos.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Feira Livre

A folga de final de ano é ótima para descansar, dormir até mais tarde, encontrar os amigos e também para cozinhar. No meu aniversário ganhei o livro Cozinha Natural Gourmet, da chef Tatiana Cardoso, e encontrei lá uma receita fácil de cuscus de palmito com banana. Legal, mas para preparar o prato eu precisava comprar umas coisinhas e aproveitei a feira livre da rua de baixo.

Toda quinta-feira tem feira. Mas raramente vou até lá. Ou porque eu entro mais cedo na Record News, ou porque vou entrar mais tarde e aí aproveito uma horinha a mais de sono... O que é uma pena! Porque não há nada melhor que uma boa feira livre para encontrar os produtos mais fresquinhos, negociar e, claro, conhecer um pouco mais do ritmo dos moradores do bairro.

Adoro a interação!

Acho uma facilidade essa expansão dos hortifrutis pela cidade. Estão sempre abertos, e oferecem bons produtos. Mas de alguma forma é tão impessoal, e nem sempre os legumes e folhas estão no melhor estado. Sem contar o preço, que é bem mais salgado. Outro ponto que observei é que gasto mais dinheiro no hortifruti que na feira. Não só pela diferença de preço, mas porque na facilidade de empurrar o carrinho, ele vai enchendo, enchendo e quando passo no caixa dá pra ver que estou levando mais do que realmente preciso.

E jogar comida fora é totalmente inadmissível (embora aconteça eventualmente, o que assumo com certo constrangimento). Na feira não! Não uso carrinho, levo eco bags, e aí só dá para comprar o que meus braços conseguem carregar. Sacola muito pesada? Tá na hora de voltar! Fora a delícia que é andar pelas ruas do bairro, descobrir lojas e conveniências que eu não tinha reparado antes... ou seja, o básico, o retorno ao simples, ao fresco, ao ar livre, ao que posso carregar.

Coincidentemente, hoje encontrei um site interessante que prega um movimento de retorno à feira livre. No Vá Pra Feira há algumas informações sobre que produtos é possível encontrar - sempre é bom ter dicas para alguns mais específicos, dificeis de achar! E o site também desenvolveu dois videos muito legais sobre a rotina das feiras em São Paulo.

Nesse aqui, a rotina da Feira Livre do Pacaembu.


E aqui um comparativo das feiras com os hortifrutis - ou se preferir Sacolão, no popular.


Segundo levantamento do Vá Pra Feira, as feiras livres "prestam um serviço público para as cidades já que são fundamentais na distribuição de alimentos de São Paulo, representando a maior parte do comércio de frutas, legumes, verduras e pescados da capital".

Outro ponto interessante é o valor cultural e histórico das feiras. Símbolo de ocupação das ruas, as feiras trazem vida ao espaço público. Quem não gosta de comer um bom pastel com caldo de cana depois de caminhar pela feira, só para recarregar as energias?! Eu adoro!

Encontre a feira mais próxima

Aqui em São Paulo é fácil encontrar uma feira mais perto de você, basta entrar no portal da prefeitura e digitar o nome da rua ou o bairro no campo de busca. Há informação do dia em que as feiras funcionam, e sempre há mais de uma opção na região, bem interessante!

Para quem mora em outra cidade, basta procurar o site da prefeitura local e se informar.

Ah, e só para compartilhar, comprei todos os ingredientes para preparar o cuscus. Fiz o caldo de legumes natural e o molho de tomate caseiro - ambos parte da receita. Amanhã, sexta, preparo o prato e posto aqui pra vocês, ok?

E já que estamos no finzinho do ano, porque não incluir mais um tópico na lista de atividades e desejos para 2012? Ir mais às feiras livres!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Bike no caminho da escola

Meu gosto pelos temas sustentabilidade e cidadania muitas vezes influenciam algumas pautas no Nblogs (ao vivo, diariamente 14h na Record News). É claro que temos uma equipe dedicada que também curte e entende a importancia de incluir esses assuntos na agenda do dia.

Essse programa aqui é sobre a iniciativa da prefeitura de SP de oferecer bicicletas para que alunos dos Centros Educacionais Unificados - os CEUs - vão e voltem da escola. Esses alunos moram na região dos CEUs, entao o trajeto é curto e sem muitos percalços. Mesmo assim, aulas de suporte serão dadas para ajudar as crianças - de 10 a 14 anos - a completar o percurso sem maiores problemas. Além disso, o quadro das bicicletas serão construídos com a ajuda dos alunos, a partir de materiais recicláveis, como o plástico.

Projetos semelhantes ja acontecem em escolas públicas de Brasilia. As bicicletas entregues a alunos sao essas aí do lado, amarelas.

Além do projeto, também falamos no Nblogs sobre mobilidade urbana, integração dos transportes na metrópole e educação.

Recebi nos estúdios Daniel Guth, especialista em mobilidade urbana e assessor parlamentar da Secretaria Municipal de Educação, Arturo Alcorta, do site Escola de Bicicletas, além do Duílio Ferronato, do R7.


PS: perdoem as gaguejadas do começo, rs.